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Robert Johnson, pacto com o diabo e sua morte misteriosa

Robert Johnson é considerado por muitos o maior cantor de blues de todos os tempos, bem como um dos músicas mais importantes do século XX. Johnson ficou conhecido por seu estilo de tocar, que empregava mais técnica, com riffs mais elaborados e um som mais regular. Johnson utilizava um violão Kokomo, instrumento cuja qualidade era considerada precária. Conseguia extrair uma sonoridade robusta e bem elaborada, e até hoje não se sabe como Johnson conseguia. Havia inclusive um mito que sugeria que o músico havia vendido sua alma ao diabo em troca da proeza para tocar guitarra.

Durante uma apresentação em 1938 no bar “Tree Forks”, Johnson tomou whisky supostamente envenenado pelo dono do bar, que ficara com ciúmes após o músico ter flertado com sua mulher. Robert havia sido alertado pelo gaitista Sonny Boy a respeito do envenenamento, mas não deu ouvidos. Acabou recuperando-se do envenenamento, porém contraiu pneumonia 3 dias depois e faleceu, aos 27 anos (sim, ele também morreu com 27). Além dessa, outras versões foram atribuidas a causa de sua morte, afirmando que havia de fato morrido por conta do envenenamento, morrido de sífilis ou até mesmo sido assassinado com uma arma de fogo.

Ah! Enquanto reunia informações pra escrever sobre Robert Johnson encontrei esse vídeo com uma música do gaitista Flávio Guimarães. Ele conta a história da vida do músico de forma musicada, e o resultado é bem interessante. Veja: